
Split Payment na Reforma Tributária: os impactos no capital de giro e a urgência de revisar a estratégia contratual das empresas
Imagine que, a partir de uma determinada data, parte do valor de cada venda deixe de ingressar no caixa da sua empresa. Não por inadimplência do cliente ou por falhas na gestão financeira, mas porque a legislação determina que essa parcela seja recolhida automaticamente aos cofres públicos no exato momento da liquidação da operação. Essa é a lógica do split payment, um dos principais mecanismos introduzidos pela Reforma Tributária sobre o consumo, que tende a alterar de forma significativa a dinâmica do fluxo de caixa e da gestão financeira de milhares de empresas brasileiras.












