
Inteligência artificial na medicina: o que a lei exige do médico e da clínica
A inteligência artificial já entrou no consultório. Sistemas leem exames de imagem e apontam achados, algoritmos de apoio à decisão sugerem hipóteses diagnósticas e condutas, ferramentas de triagem priorizam atendimentos. A pergunta que o médico e o gestor de clínica precisam fazer não é mais se vão usar essa tecnologia, mas sob quais regras, porque, ao contrário do que muitos imaginam, elas já existem. Em fevereiro de 2026 o Conselho Federal de Medicina editou a primeira norma nacional dedicada ao tema, e ela redefine deveres que não podem ser ignorados por quem adota a ferramenta.












